Algumas pessoas adoram teorias da conspiração: Elvis ainda está vivo, a Princesa Diana foi assassinada pelo Serviço de Inteligência Britânico, a aterrisagem na lua foi uma invenção, Os Protocolos dos sábios do Sião é genuíno e não uma farsa tzarista e, também, Adolf Hitler não se matou juntamente com Eva Braun em seu bunker em 30 de abril de 1945, mas escapou por um labirinto de túneis secretos, foi levado à Dinamarca daí para a Espanha onde ficou protegido pelo ditador Franco e, finalmente levado para a Argentina.
Josef Stalin disse ao mundo, na Conferência de Potsdam, em julho-agosto de 1945 que Hitler não estava morto. Isso foi reforçado pelas palavras do marechal Zhukov, governador militar e comandante da Zona Soviética na Alemanha, que declarou em 9 de junho de 1945 que “não encontramos nenhum cadáver que pudesse ser de Hitler até agora”.
E através dos anos teorias conspiratórias em inglês e alemão apareceram e várias pessoas afirmavam ter visto Hitler, da mesma maneira que várias também afirmam ter visto Elvis andando por aí. Essas maluquices persistem apesar de desmentidas por historiadores de reputação ilibada como Hugh Trevor Roper (Os últimos Dias de Hitler), Allan Bullock (Hitler: A Study in Tyranny) e Ian Kershaw (Hitler: uma biografia). Todos eles concordam que em 28 de abril de 1945, a meia-noite Hitler casou-se com Eva Braun, sendo o registro assinado por Joseph Goebbels e Martin Bormann.
No outro dia Hitler ditou seu testamento político sobre a guerra “irá para a História como a manifestação mais gloriosa e heroica do desejo do povo de viver”. Um dia depois Hitler acabou com o seu desejo de viver. Deu um tiro em sua boca e Eva Braun tomou cianureto. Goebbels matou seus filhos e, junto com sua mulher, cometeram suicídio. Bormann provavelmente matou-se quando se viu cercado por tropas soviéticas enquanto tentava escapar. Seu corpo foi mais tarde identificado.
Hoje sabemos que o grupo soviético de contra inteligência SMERSH procurou o corpo de Hitler e o encontrou.
Esses fatos foram agora revelados em um livro publicado em Inglês “The Memories of a War-Time Interpreter” de Yelena Rzhevskaya (nome original Kagan) que morreu em 1 de abril de2017 aos 97 anos. Ela estava em Berlin, com 25 anos de idade, quando a cidade estava em ruínas no final da guerra e o Exército Vermelho caçava os nazistas que ainda insistiam em lutar. Sua função era interrogar os prisioneiros alemães.
Para sua surpresa seu comandante lhe deu uma caixa que conteria os dentes de Hitler. Um corpo carbonizado, que se pensava ser de Hitler, foi encontrado por um soldado russo e a mandíbula removida para que se providenciasse a identificação. A tarefa foi dada a Yelena, disse ela, porque era mulher e menos provável de ficar bêbada e perder a peça, como era comum entre os soldados naquela época.
Yelena conseguiu contactar um dentista, depois uma clínica, depois outro dentista cua clínica ficava na antes luxuosa Kurfurstendamm onde ela encontrou os registros dentais mas não os Raios X. Depois conseguiu os Raios X comparou os registros e verificou que serem os mesmos.
Nessa procura foi ajudada por Kathe Heusermann assistente do dentista de Hitler, Dr. Hugo Blaschke.
Devido a influências políticas desde então tudo ficou nebuloso mas parece que agora a verdade veio a tona. Vale a pena ler o livro.