A esquerda abraçou a agenda transgênera como um “direito civil” que somente os conservadores preconceituosos,  homofóbicos e fascistas se opõem.

Essa agenda foi muito energizada quando a American Psychiatric Association (APA) na edição revisada do “Diagnostic and Statistical Manual of Psychiatric Disorders” (DSM-5) retirou  o “Distúrbio de Identidade de Gênero” da lista de distúrbios psiquiátricos reclassificando-o como “Disforia de Gênero”.  Foi uma medida muito mais baseada no “politicamente correto”  do que na acuidade científica.

Depois o movimento se aproximou do relativismo pós-moderno onde não há verdades,  tudo e relativo.  Não há também valores morais ou transcendentes,  somente convenções sociais e culturais.    A doutrina,  se aplicada ao gênero afirma que o  gênero (sexo masculino ou feminino) é somente uma construção social,  não um fato biológico e sujeito a mudanças de acordo com o desejo.

Essa é uma das  estratégias  gramsciana  e de Saul Alinsky (que dizia que deve ser garantida a todo ser humano “a satisfação dos desejos criativos”) guru dos esquerdistas Barack Obama e Hillary Clinton.  Para eles é necessário minar todos as crenças e pilares da civilização ocidental,  mesmo inventando mentiras,  para a conquista das mentes e sucesso do socialismo.

O depoimento da Dra. Michelle Cretella,  presidente do American College of Pediatricians é muito claro  demonstrando que o sexo é determinado pelo nosso DNA na concepção e isso é marcado em todas as células de nosso corpo.  A sexualidade humana é binária.  Ou você tem um cromossoma Y normal e se desenvolve em um homem ou você não o tem e se desenvolve em uma mulher.

Há,  pelo menos 6500 diferenças genéticas  entre homens e mulheres.  Hormônios e cirurgias não podem e não irão modificar isso.

Se eu entrar no consultório do meu médico e disser: Olá eu sou Barack Obama,  meu médico dirá que estou delirando e receitará um anti-psicótico.  Entretanto,  se eu lhe dissesse:  Eu sou uma mulher ele diria:  Parabéns! Você é um transgênero!    Se eu disser:  Doutor,  quero me matar,  sou um deficiente preso em um corpo normal.   Por favor, remova minha perna!     Eu seria diagnosticado com transtorno de identidade de integridade do corpo.  Mas se uma mulher disser ao mesmo médico: “ Eu sou um homem”,   ele agendará uma mastectomia bilateral.

De acordo com as principais organizações médicas respeitadas se você quiser cortar um braço ou perna saudável,  você possui uma doença mental,  mas se você quiser cortar seios saudáveis ou o pênis,  você é transgênero.   Vamos ser claros:   ninguém nasce transgênero.  Se a identidade de gênero fosse definida ainda no útero,   gêmeos idênticos teriam a mesma identidade de gênero em 100 por cento dos casos.  Isso não acontece.

As vicissitudes da vida (conflitos durante o desenvolvimento,  fatores estressores da vida,  distúrbios de personalidade)  que se expressam na insatisfação ou confusão de gênero são as mesmas que podem perturbar o senso de self e causar distúrbios emocionais em qualquer um.

Quase todas as crianças que manifestam insatisfação com o seu gênero passarão a aceita-lo após a puberdade,  quando as manifestações sexuais são mais exacerbadas.

Aliás,  o relatório do American College of Pediatricians  expõe 8 razões para os educadores e legisladores “rejeitarem todas as políticas que condicionem as crianças a aceitarem a teoria de gênero”.

Somente crianças em fase pré-lógica e adultos psicóticos acreditam em pensamento mágico,  onde “a força do pensamento faz as coisas acontecerem”.

A tragédia é que as pessoas com esses problemas de identidade acabam não recebendo a ajuda de que precisam.