A Copa do Mundo da Rússia começou com muitas curiosidades. Em especial, olhos voltados para a Escola Bolshoi de Joinville, que virou uma “base” da torcida pela seleção russa. Não são apenas os professores russos os mais empolgados, mas os alunos que criaram um amor especial pelo país. Com gritos de “Rússia, Rússia”, curtiram a goleada de 5 a 0 sobre a Arábia Saudita e de 3 a 1 contra o Egito. O professor Airat Khakimov era um dos mais exaltados e otimistas. “È um momento histórico para nosso país. Fico feliz de que o mundo conheça mais a cultura russa”, frisou.

E assim Joinville tem sua participação especial na Copa do Mundo através da Escola Bolshoi, a única fora da Rússia.

COPA DAS ZEBRAS?

A Copa da Rússia está mostrando que não existe mais seleção “boba” na disputa. Irã e Marrocos travaram uma batalha que só foi decidida com um gol contra do Marrocos. A Argentina encarou o “gelo” da Islândia e não passou de um empate de 1 a 1. A Alemanha sentou o gosto da “comida mexicana”, sentindo o gosto apimentado da derrota por 1 a 0. E o Brasil foi batizado com um empate com a fraca seleção Suíça em 1 a 1, provando que não existe um  equilíbrio natural. A Inglaterra sofreu para ganhar da Tunísia de 2 a 1, e a França ganhou de 2 a 1 da Austrália com muita sorte. E assim segue a Copa do Mundo, em que muitos resultados podem surpreender.

 VAR resolve as divergências

Aos 11 minutos do segundo tempo do jogo entre França e Austrália em Kazan, no último sábado, foi aplicado pela primeira vez em uma Copa do Mundo, um pênalti com a ajuda do VAR, sigla em inglês para vídeo assistant referee – o árbitro de vídeo. O juiz uruguaio Andrés Cunha não viu a falta de Ridson em cima do francês Griezmann e contou com a ajuda da tecnologia para marcar a penalidade, que resultou em gol do próprio atacante. Em mais uma utilização do recurso, em outra partida do sábado mais um pênalti foi marcado com auxílio do VAR. O mesmo aconteceu em outras partidas, provando que o sistema tira dúvidas e inibe qualquer reclamação.